Campos do Jordão
- Galeria de Arte Virtual
12 de abr. de 2026
Óleo Sobre Tela · 40 X 29 cm
Artista: Alfredo Volpi Título: Campos do Jordão Técnica: Óleo Sobre Tela Dimensões: 40 X 29 cm Biografia: Alfredo Volpi (Lucca Itália 1896 – São Paulo SP 1988) Pintor. Volpi mudou-se com os pais para São Paulo em 1897, ainda criança, estudou na Escola Profissional Masculina do Brás. Mais tarde trabalha como marceneiro, entalhador e encadernador. Em 1911, torna-se pintor decorador e começa a pintar sobre madeiras e telas. Na década de 1930 passa a fazer parte do Grupo Santa Helena com vários artistas, como Mário Zanini e Francisco Rebolo , entre outros. Em 1936, participa da formação do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo e integra, em 1937, a Família Artística Paulista – FAP. Sua produção inicial é figurativa, destacando-se marinhas executadas em Itanhaém, São Paulo. No fim dos anos de 1930, mantém contato com o pintor Emídio de Souza. Em 1940, ganha o concurso promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, com trabalhos realizados com base nos monumentos das cidades de São Miguel e Embu e encanta-se com a arte colonial, voltando-se para temas populares e religiosos. Realiza trabalhos para a Osirarte , empresa de azulejaria criada em 1940, por Rossi Osir. Sua primeira exposição individual ocorre em São Paulo, na Galeria Itá, em 1944. Em 1950, viaja para a Europa acompanhado de Rossi Osir e Mario Zanini , quando impressiona-se com obras pré-renascentistas. Passa a executar, a partir da década de 1950, composições que gradativamente caminham para a abstração. É convidado a participar, em 1956 e 1957, das Exposições Nacionais de Arte Concreta e mantém contato com artistas e poetas do grupo concreto. Recebe, em 1953, o prêmio de Melhor Pintor Nacional da Bienal Internacional de São Paulo, dividido com Di Cavalcanti ; em 1958, o Prêmio Guggenheim; em 1962 e 1966, o de melhor pintor brasileiro pela crítica de arte do Rio de Janeiro, entre outros. Comentário Crítico Alfredo Volpi, filho de imigrantes italianos, chega ao Brasil com pouco mais de um ano de idade e instala-se com a família no Cambuci, tradicional bairro de São Paulo. Ainda criança, estuda na Escola Profissional Masculina do Brás e trabalha como marceneiro, entalhador e encadernador. Em 1911, aos 16 anos, inicia a carreira como aprendiz de decorador de parede, pintando frisos, florões e painéis de residências. Na mesma época, começa a pintar sobre madeira e telas. Volpi freqüenta mostras no centro antigo de São Paulo, entre elas a polêmica exposição de pintura moderna Anita Malfatti , de 1917, que se tornaria um marco do modernismo no Brasil. Sua primeira exposição coletiva ocorre no Palácio das Indústrias de São Paulo, em 1925. Privilegia no período retratos e paisagens. Possui grande sensibilidade para a luz e sutileza no uso das cores, por isso é comparado aos impressionistas. No entanto, algumas obras da década de 1920, como Paisagem com Carro de Boi, pertencente à Pinacoteca do Estado de São Paulo – Pesp, pela movimentação curva da estrada e a árvore retorcida, remetem a composições românticas, o que indica conhecimento da tradição e sua recusa à pintura de observação. Em 1926, assiste em São Paulo à conferência do teórico do futurismoitaliano Filippo Tommaso Marinetti (1876 – 1944). Em meados dos anos 1930 se aproxima do Grupo Santa Helena. Formado por Francisco Rebolo , Mário Zanini , Fulvio Pennacchi e Bonadei, entre outros, é assim denominado pelo crítico Sérgio Milliet porque alugam salas para escritórios de pintura e decoração no edifício Santa Helena, na Praça da Sé. Volpi não chega a se instalar no local, mas participa de excursões para pintar os subúrbios e de sessões de desenho com modelo vivo junto ao grupo. Em 1936, toma parte na formação do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. Nesse ano, expõe com o Grupo Santa Helena. Em 1937, conhece o pintor Ernesto de Fiori , recém chegado da Itália, importante no desenvolvimento de sua pintura. Com De Fiori aprende que o assunto da pintura e suas possibilidades narrativas não são tão importantes quanto seus elementos plásticos e formais. Certas soluções, como o uso de cores vivas e foscas e um tratamento mais intenso da matéria pictórica, surgem de diálogos com o artista ítalo-alemão. A partir de 1937, participa dos Salões da Família Artística Paulista – FAP, organizado por Rossi Osir, pintor que reúne um grupo heterogêneo de artistas e intelectuais para conversar sobre arte. Sem abandonar o trabalho de decoração de paredes, em 1939 inicia a série de marinhas e paisagens urbanas realizadas em Itanhaém, litoral de São Paulo. Nessa época conhece o pintor naïf Emídio de Souza, de quem adquire algumas telas. No início da década de 1940, seu trabalho passa por uma rigorosa simplificação formal, mas a perspectiva sugerida no quadro não chega a representar a recusa da planaridade da tela. Casa-se com Benedita da Conceição (Judith) em 1942. Em 1944, realiza a primeira exposição individual, na Galeria Itá, em São Paulo, e participa de coletiva organizada por Guignard, em Belo Horizonte, ocasião em que visita Ouro Preto. A têmpera, na passagem da década de 1940 para os anos 1950, confere à sua pintura uma textura rala, como em Casa na Praia (Itanhaém), pertencente ao Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo – MAC/USP. Nesse período, o caráter construtivo de sua pintura se afirma entre os planos das fachadas, telhados e paisagem. Em 1950, viaja para a Europa com Zanini e Rossi Osir. Passa por Paris, se instala em Veneza e faz visitas a Pádua para ver o afresco de Giotto (ca.1266 – 1337) na capela dos Scrovegni. Seu interesse por pintores pré-renascentistas confirma algumas soluções pictóricas que havia alcançado em seu trabalho. Encontra na obra de Paolo Uccello (1397 – 1475) jogos de ilusão em que ora o fundo se opõe à figura e a projeta para a frente, ora ambos se entrelaçam na superfície da tela. Volpi constrói assim um espaço indeterminado que permite o surgimento de uma estrutura que se esvai, fluida, ressaltada pela têmpera, e uma forte vontade de ordenação. Participa das três primeiras Bienais Internacionais de São Paulo e, em 1953, divide com Di Cavalcanti , o prêmio de Melhor Pintor Nacional. Da série das fachadas surgem as bandeirinhas de festa junina, que, mais que um motivo popular, se tornam elementos compositivos autônomos. Participa, em 1957, da 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, mas nunca se prende ao rigor formal do movimento. No Rio de Janeiro, realiza retrospectiva em que é aclamado por Mário Pedrosa como “o mestre brasileiro de sua época”, em 1958. No mesmo ano, pinta afrescos para a Capela da Nossa Senhora de Fátima, em Brasília, e telas com temas religiosos. Nos anos 1960 e 1970 suas composições de bandeirinhas são intercaladas por mastros com grande variação de cores e ritmo. A técnica da têmpera lhe permite renunciar à impessoalidade do uso de tintas industriais e do trabalho automatizado e mecânico, do qual os artistas concretistas se aproximam. A prática artesanal torna-se para Volpi, uma resistência à automatização e, simultaneamente, afirmação de seu lirismo ao invés de reiteração ingênua do gesto. A trajetória original e isolada de Volpi vai dos anos 1910 até meados dos anos 1980. Todas as suas transformações são gradativas e brotam de seu amadurecimento e diálogo com a pintura. Críticas “Volpi pinta vôlpis. (…) atualmente, os vôlpis das “casas”, das “bandeiras”, das “fachadas”, das “composições”, são sempre o resultado que volpi encontra ao usufruir, contemporaneamente, de sua experiência dentro do figurativo, do abstrato ou do concreto. eis porque volpi pinta como volpi, enfrentando a prestidigitação do gosto, com aquilo que ele argutamente sabe e acha, que deve pintar. é, pois, facilmente, que descobrimos que cada quadro seu evidencia uma realidade, dimensionada em um tempo sem começo e sem fim, onde cada qual faz brotar de si constantes informações de relatos, racionalmente sem valor.(…)”. Willys de Castro [texto escrito originalmente em 1960, para o catálogo da exposição individual de Alfredo Volpi realizada na Galeria São Luís, em São Paulo] VOLPI, Alfredo. A. Volpi: pinturas 1914-1972. Rio de Janeiro: MAM, 1972. p. 39. “(…) Uma ampla exposição do desenvolvimento de Volpi, de seu trabalho atual em andamento, em articulação com o que já fez antes é valiosa, sobretudo para que se possa apreciar a pintura de um ´artista inteiro´, ou dessa inteireza de Volpi, tão rara entre nós, como há dias frisava um seu admirador. Volpi saiu do Brasil apenas uma vez, por alguns meses, para ir à Itália, sobretudo, em 1950. No entanto, não se creia que isso seja indício de estacionamento, ao contrário, seu trabalho de agora irradia frescor, sem relembrar retomadas nostálgicas. Era extremamente moderno também há vinte anos, nos anos 50, para os concretistas, que nele viam um exemplo de construção e depuração. Como nos anos 40, em plena fase de transfiguração de suas figuras e paisagens, táctil como um Rosai (´lembra Rosai sem ter visto Rosai´, disse Willys de Castro ), ou na apreensão da atmosfera nas suas marinhas de Itanhaém, em fins da década de 30. É difícil explicar esta manutenção de atualidade de Volpi, esse ´ser´ moderno, sem correr atrás de modas, mantendo, simultaneamente, sua singularidade de expressão. (…)”. Aracy Amaral AMARAL, Aracy. Alfredo Volpi. In: VOLPI, Alfredo. A. Volpi: pinturas 1914-1972. Rio de Janeiro: MAM, 1972. p. 13. “Nos primeiros anos da década de 40, as vistas e marinhas de Itanhaém mergulham numa atmosfera ligeiramente irreal, que evoca algo da ´pintura metafísica´ – embora não se pareça em nada com ela – e é obtida através do colorido severo e da economia de imagens voluntárias: em nenhuma obra sobrevive qualquer elemento acessório. (…) (. . . ) No final da década de 40 para frente, a realidade já não surge sequer como estímulo, mas apenas como um repositório de imagens, um repertório iconográfico do qual Volpi retira formas avulsas existentes – portas, janelas, telhados, ruas, pátios, barcos, gradis, linhas do mar ou do horizonte – como se fossem signos abstratos. (…) Daí em diante, começa a série de fachadas; e com elas se abre a porta à pura abstração geométrica. (…) As condições para que ele (Volpi) cumpra seu papel de mestre consumado, e ascenda à ímpar posição que hoje ocupa, só se reúnem após 55. Data do pós-concretismo o Volpi definitivo, aquele que conseguiu fazer o que muito poucos outros fizeram, o que pode competir no plano internacional da inventividade e qualidade. (…)”. Olívio Tavares de Araújo ARAÚJO, Olívio Tavares. Volpi: a construção da catedral. In: _______. VOLPI: a construção da catedral. São Paulo: MAM, 1981. p. 14-15,19. “Acho Volpi um dos nossos grandes coloristas. (…) Acho que Volpi chega a uma síntese incrível nos portais e nas festas de São João. Sua pincelada, ao contrário, tem uma forte vibração. Nos trabalhos iniciais, sua cor era mais chapada. Mas, no final de sua vida, ao pintar aquelas superfícies que parecem bandeiras mas que já são enormes abstrações, dando cores extremamente vibrantes e mudando a direção do pincel para conseguir uma certa vibração, parece que a cor está viva ali. Acho aquilo tão sutil e tão rico, é pura luz! O fantástico é que, apesar da economia, ele chega ao cerne da expressão, à essência da qualidade. Poucos artistas fizeram isso. Van Gogh o fez quando pintava o céu com uma pincelada e os corvos com outra. Volpi o realizou sem nunca ter ouvido falar em Van Gogh”. Lygia Pape LYGIA Pape. Rio de Janeiro: Funarte, 1983. p. 36. “Para Volpi, ao contrário, o aspecto tosco de suas formas não é sinal de solidez, e sim de um desgaste lento que conduziu o objeto a uma confiança natural. À semelhança dessas facas de sapateiro que com o tempo vêem sua lâmina ganhar o desenho de uma meia-lua, ou nas peças de um carro de boi que pelo atrito adquirem uma aparência lisa e polida, o que se observa não é tanto a resistência do material ou a imposição de um contorno, mas antes o trabalho paciente do tempo, a acumulação amorosa de uma atividade cujo ritmo escapa à temporalidade abstrata do capital. As formas gastas de Volpi, por sua origem, são inacabadas. A qualquer momento elas podem voltar a ceder, e adquirir novos perfis. A atualidade, nessa obra, não significa a conquista de um presente taxativo, que encontra expansão na vigência indiscutível da cor ou estrutura. Ela se afirma na possibilidade de rearranjos constantes, que se somam permanentemente.” Rodrigo Naves NAVES, Rodrigo. Anonimato e singularidade em Volpi. In: _______. A forma difícil: ensaios sobre arte brasileira. São Paulo: Ática, 1996. p.182 “Alfredo Volpi foi um homem quase iletrado, mas um pintor de grande cultura visual. As particulariedades da história cultural do Brasil o levaram a percorrer um caminho que na Europa demandaria várias gerações, da pintura romântica até a crise do modernismo. Num país caracterizado por explosões artísticas de curta duração, produziu por quase setenta anos uma pintura de qualidade elevada – por trinta anos, pelo menos, uma grande pintura. Sua arte nunca deu saltos: evoluiu por modificações e incorporações graduais, que permitiram reduzir a uma linguagem original um leque bastante considerável de influências. Nunca viajou, a não ser por um breve período em 1950, mas dispôs de uma sensibilidade muito aguda para aproveitar o que estava à mão – e o que estava à mão, afinal, não era tão pouco. Não foi um pintor de sistema, e sim de método: manipulou informações díspares, que podiam ir dos macchiaioli a Albers, até encaixá-las em sua arte. Foi nessa digestão lenta, mais do que na indigestão antropofágica, que veio à tona um modelo convincente de arte moderna brasileira. O modernismo de Volpi é um modernismo da memória, afetivo e artesanal, de marcha lenta e voz mansa. Não se projeta no futuro, nem pode dar conta dos cliques instantâneos e sem contornos da vida contemporânea. Permanece no entanto, como um horizonte e uma promessa – como os poemas de Bandeira e as canções de Caymmi”. Lorenzo Mammí MAMMÍ, Lorenzo. Volpi. In: VOLPI. São Paulo: Cosac & Naify, 1999. p. 39. “Quando, no princípio da década de 1950, surgiram as primeiras pinturas de Volpi projetadas num espaço plenamente bidimensional, não se tratava, então, de uma guinada ou de uma ruptura moderna na trajetória do velho artista. Sabemos que desde a segunda metada da década de 40, mesmo antes do advento pleno daquele espaço bidimensional, Volpi vinha lidando com a noção de superfície de uma posição quase solitária no meio de arte brasileira. O campo da representação se revelava então reduzido a um repertório de elementos constantes, cuja função narrativa o pintor pacientemente limava, até que no abrir da década de 1950 eles viessem á tona em um jogo de elementos formais móveis e permutáveis, embora nesse processo jamais se perdesse a referência afetiva do subúrbio e não houvesse dúvida de que ali se tratava de uma retratada memória familiar de fachadas e janelas. A cor já havia aflorado como elemento autônomo, estrutural; era como se Volpi, depois de quase três décadas de recato intimista e comedimento cromático na arte brasileira, reabrisse um capítulo engasgado na pintura nacional, retomando os planos francos e radiantes que haviam aturdido e precocemente embotado a obra de Tarsila, e a noção de uma superfície contínua, que irradiava para a vida na cidade”. Sônia Salzstein SALZSTEIN, Sônia. Moderno subúrbio. In: ______. Volpi. Rio de Janeiro: Campos Gerais, 2000. p. 38. Depoimentos “(…) A questão é que sempre pintei as minhas pinturas que ‘saem’, nunca fui atrás de corrente alguma. Os concretistas me convidaram, fui expor com eles. . . mas nunca pensei em seguir alguém ou qualquer corrente. . . Uma vez em 57 ou 58 fomos ver uma casa aqui perto, com o Mário Pedrosa, tinha umas linhas geométricas minhas na fachada, ele achou fantástico, eram do 30 ou do 40. . . Sempre pintei o que senti, a minha pintura aos poucos foi se transformando, começa com a natureza, depois aos poucos vai saindo fora, às vezes, continua, eu nunca penso no que estou fazendo. Penso só no problema da linha, da forma, da cor. Nada mais. . . Meus quadros têm uma construção, o problema é só de pintura, não representam nada. Isso vem aos poucos, é uma coisa lenta, é um problema, toda a vida foi assim”. Alfredo Volpi (1957) SALZSTEIN, Sônia. Volpi. Rio de Janeiro: Campos Gerais, 2000. p. 283. Formação Autodidata. Volpi jamais admitiu a influência de pintores ou movimentos sobre sua arte, mas alguns críticos apontam referências do pintor italiano Ernesto de Fiori (1884 – 1945) em obras do fim da década de 1930 e início da década de 1940 Cronologia s. d. – São Paulo SP – Trabalha como marceneiro-entalhador e encadernador 1897/1988 – São Paulo SP – Vem para o Brasil com seus pais, fixando-se em São Paulo 1912 – São Paulo SP – Começa a trabalhar como pintor decorador de residências 1918 – São Paulo SP – Realiza com Orlando Duílio Tarquínio Rossi (1894 – 1970) trabalho de decoração para o Hospital Militar, no bairro do Ipiranga. A pintura não foi preservada 1935 – São Paulo SP – Participa da formação do Grupo Santa Helena, ao lado de Francisco Rebolo (1902 – 1980), Bonadei (1906 – 1974), Clóvis Graciano (1907 – 1988), Mario Zanini (1907 – 1971) e Fulvio Pennacchi (1905 – 1992) 1936 – São Paulo SP – Participa da fundação do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo 1937 – São Paulo SP – Recebe medalha de bronze do Museu Paulista de Belas Artes 1937/1938 – Piracicaba SP – Trabalha na decoração da capela da Usina de Açúcar de Monte Alegre, com a colaboração de Aldorigo Marchetti e Mario Zanini 1937/1938 – São Paulo SP – Integra a Família Artística Paulista – FAP ca.1938 – Itanhaém SP – Vai, durante três anos, toda semana para Itanhaém. Produz numerosas marinhas e conhece o pintor Emídio de Souza (1868 – ca.1949) 1940/ca.1950 – São Paulo SP – Realiza trabalhos para a Osirarte , de Rossi Osir (1890 – 1959) 1941 – São Paulo SP – Recebe o prêmio de melhor trabalho para os monumentos de São Miguel e Embu 1945 – São Paulo SP – Executa, com Rossi Osir, Zanini, Rebolo e outros, a decoração de um baile carnavalesco, cuja renda é destinada à fundação do Clube dos Artistas e Amigos da Arte 1946 – São Paulo SP – Começa a pintar a série das “fachadas” 1949 – São Paulo SP – Executa duas pinturas murais no Hospital de São Luís Gonzaga 1950 – Europa – Realiza única viagem à Europa, acompanhado por Mario Zanini e Rossi Osir. Permanece quase seis meses na Itália 1951 – São Paulo SP – Realiza pinturas murais e prepara os desenhos dos vitrais da Igreja do Cristo Operário 1953 – Recebe o Prêmio de Aquisição da Unesco 1954 – Bahia – Viaja com Theon Spanudis (1915 – 1986) 1958 – Brasília DF – Realiza afrescos e desenha paramentos para a Capela de Nossa de Fátima dos Pioneiros Sociais 1958 – Estados Unidos – Recebe o Prêmio Guggenheim 1959 – São Paulo SP – Membro do júri de seleção da representação brasileira na 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho 1962 – Executa painéis para a Companhia de Navegação Costeira, com auxílio do pintor Décio Vieira (1922 – 1988) 1962 – Rio de Janeiro RJ – É escolhido pela crítica de arte, como o melhor pintor brasileiro 1966 – Brasília DF – Realiza o afresco Visão de Dom Bosco, no Palácio Itamaraty 1966 – Rio de Janeiro RJ – É escolhido pela crítica de arte, como o melhor pintor brasileiro 1971 – Rio de Janeiro RJ – Recebe o Golfinho de Ouro pela melhor exposição realizada em 1970, no MIS/RJ 1973 – Brasil – Recebe o título de Grão Mestre da Ordem do Rio Branco 1973 – Itália – Recebe o título de Comendador da Ordem do Mérito da República Italiana 1973 – São Paulo SP – Recebe da Câmara Municipal de São Paulo a Medalha Anchieta 1973 – São Paulo SP – Recebe o prêmio Personalidade Global do Governo do Estado 1973 – São Paulo SP – Recebe prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes – APCA 1975 – Olívio Tavares de Araújo realiza o documentário Alfredo Volpi 1975 – Recebe a medalha Pero Vaz de Caminha e a placa de prata Phillips do Brasil 1976 – São Paulo SP – Recebe a Ordem do Ipiranga e é homenageado na Câmara Municipal de São Paulo 1977 – Recebe o diploma Bandeirante do Brasil, conferido pelo Instituto Nacional de Expansão Cultural 1977 – Recebe o troféu Personalidade Global, outorgado pelo jornal O Globo e pela Rede Globo de Televisão 1977 – São Paulo SP – É homenageado com o Troféu Francisco Matarazzo Sobrinho, no Centro Cultural Francisco Matarazzo Sobrinho 1978 – Recebe medalha de prata de Legião de Honra Giuseppe Garibaldi 1983 – São Paulo SP – Recebe Medalha Paulista, em homenagem da Paulistur 1986 – Nova York (Estados Unidos) – Prêmio de Artes Plásticas Gabriela Mistral, da Organização dos Estados Americanos Acervos Acervo Pinacoteca do Estado de São Paulo/Brasil – São Paulo SP Coleção de Artes Visuais do Instituto de Estudos Brasileiros – USP – IEB/USP – São Paulo SP Coleção Gilberto Chateaubriand – MAM/RJ – Rio de Janeiro RJ Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo – MAC/USP – São Paulo SP Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP – São Paulo SP Exposições Individuais 1944 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Itá 1945 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Domus 1946 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Domus 1955 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Tenreiro 1956 – São Paulo SP – Individual, no MAM/SP 1957 – Rio de Janeiro RJ – Alfredo Volpi: retrospectiva, no MAM/RJ 1960 – São Paulo SP – Individual, na Galeria São Luís 1962 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galerie 1965 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galerie 1969 – São Paulo SP – Vinte Anos da Pintura de Alfredo Volpi 1948/1968, Galeria Cosme Velho 1970 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galerie 1971 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Ralph Camargo 1972 – Rio de Janeiro RJ – Alfredo Volpi: alguns trabalhos selecionados 1925-1972, na Galeria Barcinsky 1972 – Rio de Janeiro RJ – Alfredo Volpi: pintura 1914-1972, no MAM/RJ 1975 – São Paulo SP – Alfredo Volpi: retrospectiva, no MAM/SP 1976 – Campinas SP – Volpi: a visão essencial, no MACC 1976 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Cosme Velho 1980 – Brasília DF – Individual, na Galeria Oswaldo Goeldi 1980 – Rio de Janeiro RJ – Têmperas de Alfredo Volpi, na Acervo Galeria de Arte 1980 – São Paulo SP – Volpi – As Pequenas Grandes Obras: três décadas de pintura, na A Ponte Galeria de Arte 1981 – São Paulo SP – A. Volpi: os primeiros anos e a década de 20, na Galeria Cosme Velho 1984 – Brasília DF – Individual, na Oscar Seraphico Galeria de Arte 1985 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino 1985 – São Paulo SP – Volpi 89 anos, na Dan Galeria 1986 – São Paulo SP – Alfredo Volpi: 90 anos. Um registro documental por Calixto, no MAC/USP 1986 – São Paulo SP – Volpi: 90 anos, no MAM/SP 1987 – Rio de Janeiro RJ – A. Volpi: obras de diferentes épocas, na Galeria Contorno Exposições Coletivas 1925 – São Paulo SP – 2ª Exposição Geral de Belas Artes, no Palácio das Indústrias 1928 – São Paulo SP – Salão de Belas Artes Muse Italiche, no Palácio das Indústrias – medalha de ouro 1933 – Rio de Janeiro RJ – 40ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba – medalha de bronze 1934 – São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Belas Artes, na Rua 11 de Agosto 1935 – São Paulo SP – 3º Salão Paulista de Belas Artes, medalha de bronze 1936 – São Paulo SP – 4º Salão Paulista de Belas Artes 1936 – São Paulo SP – Exposição de Pequenos Quadros, no Palácio das Arcadas 1937 – São Paulo SP – 1º Salão da Família Artística Paulista, no Esplanada Hotel de São Paulo 1938 – São Paulo SP – 2º Salão de Maio, no Esplanada Hotel de São Paulo 1938 – São Paulo SP – 4º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos 1939 – São Paulo SP – 2º Salão da Família Artística Paulista, no Automóvel Clube 1939 – São Paulo SP – 3º Salão de Maio, na Galeria Itá 1939 – São Paulo SP – 5º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia 1940 – Porto Alegre RS – 2º Salão do Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul 1940 – Rio de Janeiro RJ – 46º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA 1940 – Rio de Janeiro RJ – 3º Salão da Família Artística Paulista, no Palace Hotel 1941 – Rio de Janeiro RJ – 47º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA 1941 – São Paulo SP – 1º Salão da Osirarte , na Rua Barão de Itapetininga, 124 1941 – São Paulo SP – 6º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia 1941 – São Paulo SP – 1º Salão de Arte da Feira Nacional de Indústrias, no Parque da Água Branca 1942 – Rio de Janeiro RJ – 48º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA 1942 – São Paulo SP – 7º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia 1943 – Rio de Janeiro RJ – 49º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA 1943 – Rio de Janeiro RJ – Exposição Anti-Eixo, no Museu Histórico e Diplomático – Palácio Itamaraty 1943 – Rio de Janeiro RJ – Exposição de Azulejos da Osirarte , no MNBA 1944 – Belo Horizonte MG – Exposição de Arte Moderna, no Edifício Mariana 1944 – Londres (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Royal Academy of Arts 1944 – Norwich (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Norwich Castle and Museum 1944 – São Paulo SP – 9º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia 1944 – São Paulo SP – Nelson Nóbrega , Alfredo Volpi, Anita Malfatti , Clóvis Graciano , Hilde Weber e Francisco Rebolo , na Galeria Jaraguá 1945 – Bath (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Victiry Art Gallery 1945 – Bristol (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Bristol City Museum & Art Gallery 1945 – Edimburgo (Escócia) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na National Gallery 1945 – Glasgow (Escócia) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Kelingrove Art Gallery 1945 – Manchester (Inglaterra) – Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Manchester Art Gallery 1945 – São Paulo SP – Alfredo Volpi, Bonadei, Carlos Prado , Quirino da Silva , Francisco Rebolo , Mario Zanini e José Pancetti , na Galeria Benedetti 1945 – São Paulo SP – Anita Malfati, Virgínia Artigas, Clóvis Graciano , Mick Carnicelli, Oswald de Andrade Filho, José Pancetti , Carlos Prado , Francisco Rebolo , Quirino da Silva , Alfredo Volpi, Mario Zanini , na Galeria Itapetininga 1945 – São Paulo SP – Galeria Domus: mostra inaugural, na Galeria Domus 1946 – Buenos Aires (Argentina) – Osirarte , no Salón Peuser 1946 – São Paulo SP – 10º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia – Prêmio Mário de Andrade 1946 – São Paulo SP – Osirarte , na Galeria Benedetti 1947 – Mendoza (Argentina) – Osirarte , na Galeria Gimenez 1947 – São Paulo SP – 11º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticas, na Galeria Prestes Maia 1948 – Rio de Janeiro RJ – Pintores Paulistas, no Ministério da Educação e Cultura 1948 – São Paulo SP – 12º Salão dos Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Domus 1948 – São Paulo SP – Mario Zanini , Rebolo, Sérgio Milliet e Volpi, na Galeria Domus 1949 – Rio de Janeiro RJ – Exposição da Pintura Paulista 1949 – Salvador BA – 1º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia 1950 – São Paulo SP – Alfredo Volpi, Nelson Nóbrega , Zanini, Francisco Rebolo , na Galeria Domus 1950 – Veneza (Itália) – 25ª Bienal de Veneza 1951 – São Paulo SP – 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon 1951 – São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia 1952 – Rio de Janeiro RJ – Exposição de Artistas Brasileiros, no MAM/RJ 1952 – São Paulo SP – Volpi, Zanini, Rossi, no Centro Cultural Ítalo-Brasileiro 1952 – Veneza (Itália) – 26ª Bienal de Veneza – prêmio aquisição 1953 – São Paulo SP – 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados – prêmio de melhor pintor nacional, dividido com Di Cavalcanti 1953 – São Paulo SP – Congresso Extraordinário da Associação Internacional de Críticos de Arte, no Masp 1954 – Goiânia GO – Exposição do Congresso Nacional de Intelectuais 1954 – Roma (Itália) – Exposição Brasileira, na Galleria Nazionale d’Arte Moderna 1954 – São Paulo SP – Arte Contemporânea: exposição do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, no MAM/SP 1954 – Veneza (Itália) – 27ª Bienal de Veneza 1955 – São Paulo SP – 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações 1955 – São Paulo SP – 4º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia – Prêmio Governador do Estado 1956 – São Paulo SP – 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, no MAM/SP 1956 – São Paulo SP – 50 Anos de Paisagem Brasileira, no MAM/SP 1957 – Rio de Janeiro RJ – 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, no MAM/RJ 1957 – São Paulo SP – 4ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho 1959 – Leverkusen (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 1959 – Munique (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, no Kunsthaus 1959 – Nova York (Estados Unidos) – Guggenheim International Award: 1958, no Solomon R. Guggenheim Museum 1959 – Rio de Janeiro RJ – 30 Anos de Arte Brasileira, na Galeria Macunaíma 1959 – Tóquio (Japão) – 5ª Bienal de Tóquio 1959 – Viena (Áustria) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 1960 – Hamburgo (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 1960 – Lisboa (Portugal) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 1960 – Madri (Espanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 1960 – Paris (França) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 1960 – São Paulo SP – Coleção Leirner, na Galeria de Arte das Folhas 1960 – Utrecht (Holanda) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 1961 – Rio de Janeiro RJ – 1ª O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana 1961 – São Paulo SP – 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho 1962 – São Paulo SP – Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM/SP 1963 – Campinas SP – Pintura e Escultura Contemporâneas, no Museu Carlos Gomes 1963 – Rio de Janeiro RJ – A Paisagem como Tema, na Galeria Ibeu Copacabana 1963 – São Paulo SP – Galeria Novas Tendências: coletiva inaugural, na Associação de Artes Visuais Novas Tendências 1963 – Stuttgart (Alemanha) – Mostra, na Galeria do Studium Generale 1964 – Rio de Janeiro RJ – O Nu na Arte Contemporânea, na Galeria Ibeu Copacabana 1964 – Veneza (Itália) – 32ª Bienal de Veneza 1966 – Rio de Janeiro RJ – O Artista e a Máquina, no MAM/RJ 1966 – Salvador BA – 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas – Hors Concours 1966 – São Paulo SP – Meio Século de Arte Nova, no MAC/USP 1966 – São Paulo SP – O Artista e a Máquina, no Masp 1966 – São Paulo SP – O Grupo do Santa Helena, Hoje, na Galeria 4 Planetas 1966 – São Paulo SP – Três Premissas, no MAB/Faap 1967 – São Paulo SP – A Família Artística Paulista: trinta anos depois, no Auditório Itália 1970 – São Paulo SP – 2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP – prêmio melhor pintor nacional 1971 – Rio de Janeiro RJ – 9º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ 1972 – São Paulo SP – 2ª Exposição Internacional de Gravura, no MAM/SP 1972 – São Paulo SP – A Semana de 22: antecendentes e conseqüências, no Masp 1972 – São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio 1972 – São Paulo SP – Grupo Santa Helena: desenhos, na Azulão Galeria 1972 – São Paulo SP – Temática Brasileira, no Paço das Artes 1973 – São Paulo SP – 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1973 – São Paulo SP – 5º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 1973 – São Paulo SP – Oito Pintores do Grupo Santa Helena, na Uirapuru Galeria de Arte 1975 – Rio de Janeiro RJ – 2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no Centro Lume 1975 – São Paulo SP – 2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo 1975 – São Paulo SP – 40 Anos: Grupo Santa Helena, no MIS/SP 1975 – São Paulo SP – O Modernismo de 1917 a 1930, no Museu Lasar Segall 1976 – São Paulo SP – 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 1976 – São Paulo SP – Os Salões: da Família Artística Paulista, de Maio e do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo, no Museu Lasar Segall 1977 – Rio de Janeiro RJ – Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, no MAM/RJ 1977 – São Paulo SP – Grupo Seibi – Grupo do Santa Helena: década 35 a 45, no MAB/Faap 1977 – São Paulo SP – Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, na Pinacoteca do Estado 1978 – Penápolis SP – 3º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis 1978 – Rio de Janeiro RJ – 3ª Arte Agora: América Latina, geometria sensível, no MAM/RJ 1978 – São Paulo SP – As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall 1978 – São Paulo SP – Construtivistas e Figurativos na Coleção Theon Spanudis, no Centro de Artes Porto Seguro 1979 – São Paulo SP – 15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 1979 – São Paulo SP – 4ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1979 – São Paulo SP – Coleção Theon Spanudis, no MAC/USP 1979 – São Paulo SP – Desenhos nos Anos 40: homenagem a Sérgio Milliet , na Biblioteca Municipal Mário de Andrade 1979 – São Paulo SP – O Grupo Santa Helena, na Uirapuru Galeria de Arte 1979 – São Paulo SP – Quatro Coloristas, na Christina Faria de Paula Galeria de Arte 1980 – Buenos Aires (Argentina) – Ochenta Años de Arte Brasileño, no Banco Itaú 1980 – Rio de Janeiro RJ – Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici 1980 – Rio de Janeiro RJ – Milton Dacosta , Volpi, Bruno Giorgi , na Acervo Galeria de Arte 1980 – Santiago (Chile) – 20 Pintores Brasileños, na Academia Chilena de Bellas Artes 1981 – Atami (Japão) – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1981 – Brasília DF – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1981 – Kioto (Japão) – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1981 – Maceió AL – Artistas Brasileiros da Primeira Metade do Século XX, no Instituto Histórico e Geográfico 1981 – Nekai (Japão) – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1981 – Rio de Janeiro RJ – Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ 1981 – São Paulo SP – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1981 – São Paulo SP – Arte Transcendente, no MAM/SP 1981 – São Paulo SP – Artistas Contemporâneos Brasileiros, na Galeria de Arte São Paulo 1981 – São Paulo SP – Rebolo e os Pintores do Santa Helena, na Dan Galeria 1981 – Tóquio (Japão) – 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão 1982 – Bauru SP – 80 Anos de Arte Brasileira 1982 – Lisboa (Portugal) – Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão 1982 – Londres (Inglaterra) – Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery 1982 – Marília SP – 80 Anos de Arte Brasileira 1982 – Rio de Janeiro RJ – Futebol: interpretações, na Galeria de Arte Banerj 1982 – Rio de Janeiro RJ – Que Casa é essa da Arte Brasileira 1982 – Salvador BA – A Arte Brasileira da Coleção Odorico Tavares, no Museu Carlos Costa Pinto 1982 – São Paulo SP – 80 Anos de Arte Brasileira, no MAB/Faap 1982 – São Paulo SP – Do Modernismo à Bienal, no MAM/SP 1982 – São Paulo SP – Marinhas e Ribeirinhas, no Museu Lasar Segall 1983 – Belo Horizonte MG – 80 Anos de Arte Brasileira, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes 1983 – Campinas SP – 80 Anos de Arte Brasileira, no MACC 1983 – Curitiba PR – 80 Anos de Arte Brasileira, no MAC/PR 1983 – Ribeirão Preto SP – 80 Anos de Arte Brasileira 1983 – Santo André SP – 80 Anos de Arte Brasileira, na Prefeitura Municipal de Santo André 1984 – Ourinhos SP – Homenagem a Arte da Gravura no Brasil, na Itaugaleria 1984 – Rio de Janeiro RJ – Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras 1984 – São Paulo SP – Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP 1984 – São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal 1985 – Curitiba PR – Quatro Mestres: quatro visões, na Simões de Assis Galeria de Arte 1985 – Rio de Janeiro RJ – 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ 1985 – Rio de Janeiro RJ – Encontros, na Petite Galerie 1985 – Rio de Janeiro RJ – Obras Raras, na Galeria Ralph Camargo 1985 – São Paulo SP – 100 Obras Itaú, no Masp 1985 – São Paulo SP – Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP 1985 – São Paulo SP – Osirarte : pinturas sobre azulejo e Volpi, Zanini, Hilde Weber e Gerda Brantani, na Pinacoteca do Estado 1986 – Rio de Janeiro RJ – JK e os Anos 50: uma visão da cultura e do cotidiano, na Galeria Investiarte 1986 – Rio de Janeiro RJ – Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial 1986 – São Paulo SP – Retrospectiva 90 Anos 1986 – São Paulo SP – Seis Tempos: 80 anos, na Pinacoteca do Estado 1987 – Paris (França) – Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris 1987 – Rio de Janeiro RJ – Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, na MAM/RJ 1987 – São Paulo SP – 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show 1987 – São Paulo SP – As Bienais no Acervo do MAC: 1951 a 1985, no MAC/USP 1987 – São Paulo SP – O Ofício da Arte: pintura, no Sesc 1988 – Rio de Janeiro RJ – 2ª Abstração Geométrica, na Funarte. Centro de Artes 1988 – São Paulo SP – Brasiliana: o homem e a terra, na Pinacoteca do Estado 1988 – São Paulo SP – MAC 25 anos: destaques da coleção inicial, no MAC/USP 1988 – São Paulo SP – Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP Exposições Póstumas 1988 – Rio de Janeiro RJ – Hedonismo: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria Edifício Gilberto Chateaubriand 1988 – São Paulo SP – 15 Anos de Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Mokiti Okada M.O.A. 1989 – Copenhague (Dinamarca) – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu Charlottenborg 1989 – Fortaleza CE – Arte Brasileira dos Séculos XIX e XX nas Coleções Cearenses: pinturas e desenhos, no Espaço Cultural Unifor 1989 – Rio de Janeiro RJ – Geometria sem Manifesto, no Gabinete de Arte Cleide Wanderley 1990 – São Paulo SP – Coerência – Transformação, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud 1992 – Paris (França) – Latin American Artists of the Twentieth Century, no Centre Georges Pompidou 1992 – Poços de Caldas MG – Arte Moderna Brasileira: acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, na Casa de Cultura 1992 – Rio de Janeiro RJ – 1ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial 1992 – Rio de Janeiro RJ – Natureza: quatro séculos de arte no Brasil, no CCBB 1992 – São Paulo SP – O Olhar de Sérgio sobre a Arte Brasileira: desenhos e pinturas, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade 1992 – São Paulo SP – Primeiro Aniversário da Grifo Galeria de Arte, na Grifo Galeria de Arte 1992 – Sevilha (Espanha) – Latin American Artists of the Twentieth Century, na Estación Plaza de Armas 1992 – Zurique (Suíça) – Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, no Kunsthaus Zürich 1993 – Colônia (Alemanha) – Latin American Artists of the Twentieth Century, no Kunsthalle Cologne 1993 – Nova York (Estados Unidos) – Latin American Artists of the Twentieth Century, no MoMA 1993 – Rio de Janeiro RJ – Brasil, 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA 1993 – Rio de Janeiro RJ – Emblemas do Corpo: o nu na arte moderna brasileira, no CCBB 1993 – São Paulo SP – 100 Obras-Primas da Coleção Mário de Andrade: pintura e escultura, no IEB/USP 1993 – São Paulo SP – A Arte Brasileira no Mundo, Uma Trajetória: 24 artistas brasileiros, na Dan Galeria 1993 – São Paulo SP – O Olhar Italiano sobre São Paulo, na Pinacoteca do Estado 1993 – São Paulo SP – Representação: presenças decisivas, no Paço das Artes 1993 – São Paulo SP – Volpi: projetos e estudos, em retrospectiva: as décadas de 40-70, na Pinacoteca do Estado 1994 – São Paulo SP – Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal 1995 – Brasília DF – Coleções de Brasília, no Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty 1995 – São Paulo SP – O Grupo Santa Helena, no MAM/SP 1996 – Barra Mansa RJ – 12 Nomes da Pintura Brasileira, no Centro Universitário de Barra Mansa 1996 – Niterói RJ – Arte Contemporânea Brasileira na Coleção João Sattamini, no MAC/Niterói 1996 – Osasco SP – Expo FIEO: doação Luiz Ernesto Kawall, no Centro Universitário Fieo 1996 – Rio de Janeiro RJ – O Grupo Santa Helena, no CCBB 1996 – São Paulo SP – Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP 1996 – São Paulo SP – Desexp(l)os(ign)ição, na Casa das Rosas 1996 – São Paulo SP – Figura e Paisagem no Acervo do MAM: homenagem a Volpi, no MAM/SP 1996 – São Paulo SP – Guignard/Volpi: centenário de nascimento, no IEB/USP 1996 – São Paulo SP – O Mundo de Mario Schenberg, na Casa das Rosas 1996 – São Paulo SP – Volpi 100 Anos, na Galeria Grossman 1996 – São Paulo SP – Volpi no Acervo do MAC, no MAC/USP 1997 – Brasília DF – Poetas do Espaço e da Cor, no Museu de Arte de Brasília 1997 – Porto Alegre RS – Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa 1997 – Porto Alegre RS – Exposição Paralela, no Museu da Caixa Econômica Federal 1997 – Rio de Janeiro RJ – Poetas do Espaço e da Cor, no MAM/RJ 1997 – São Paulo SP – Apropriações Antropofágicas, no Itaú Cultural 1997 – São Paulo SP – Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa 1997 – São Paulo SP – Grandes Nomes da Pintura Brasileira, na Jo Slaviero Galeria de Arte 1997 – São Paulo SP – Poetas do Espaço e da Cor, no Masp 1998 – Brasília DF – Brasileiro que nem Eu, que nem Quem?, no Ministério das Relações Exteriores 1998 – Curitiba PR – Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa 1998 – Rio de Janeiro RJ – Arte Brasileira no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo: doações recentes 1996-1998, no CCBB 1998 – Rio de Janeiro RJ – Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa 1998 – São Paulo SP – 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 1998 – São Paulo SP – A Arte de Expor Arte, no MAM/SP 1998 – São Paulo SP – Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/SP 1998 – São Paulo SP – Coleção MAM Bahia: pinturas, no MAM/SP 1998 – São Paulo SP – Iconografia Paulistana em Coleções Particulares, no Museu da Casa Brasileira 1998 – São Paulo SP – Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista 1998 – São Paulo SP – O Colecionador, no MAM/SP 1998 – São Paulo SP – O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand – MAM/RJ, no Masp 1998 – São Paulo SP – Teoria dos Valores, no MAM/SP 1999 – Niterói RJ – Mostra Rio Gravura: Acervo Banerj, no Museu do Ingá 1999 – Rio de Janeiro RJ – Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/RJ 1999 – Rio de Janeiro RJ – Volpi e Sued, na Galeria de Arte Ipanema 1999 – Salvador BA – 60 Anos de Arte Brasileira, no Espaço Cultural da Caixa Econômica Federal 1999 – São Paulo SP – 26º Panorama de Arte Brasileira, no MAM/SP 1999 – São Paulo SP – A Figura Feminina no Acervo do MAB, no MAB/Faap 1999 – São Paulo SP – Arte Brasileira, Século XX: diálogos com Dufy, no MAM/SP 1999 – São Paulo SP – Brasileiro que nem Eu, que nem Quem?, no MAB/Faap 1999 – São Paulo SP – Cotidiano/Arte. O Consumo, no Itaú Cultural 1999 – São Paulo SP – O Brasil no Século da Arte, na Galeria de Arte do Sesi 1999 – São Paulo SP – Os Ítalos e os Brasileiros na Arte do Entre Guerras, na Pinacoteca do Estado 1999 – São Paulo SP – Volpi: obras selecionadas, décadas de 40/50/60/70/80, no Escritório de Arte Sylvio Nery da Fonseca 2000 – Belo Horizonte MG – Ars Brasilis, no Minas Tênis Clube. Galeria de Arte 2000 – Brasília DF – Exposição Brasil Europa: encontros no século XX, no Conjunto Cultural da Caixa 2000 – Fortaleza CE – 26º Panorama de Arte Brasileira, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura 2000 – Lisboa (Portugal) – Século 20: arte do Brasil, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão 2000 – Niterói RJ – 26º Panorama de Arte Brasileira, no MAC/Niterói 2000 – São Paulo – A Figura Feminina no Acervo do MAB, no MAB/Faap 2000 – São Paulo SP – 7º Salão de Arte e Antiguidades, na Galeria A Hebraica 2000 – São Paulo SP – Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal 2000 – São Paulo SP – Brasil Sobre Papel: matizes e vivências, no Espaço de Artes Unicid 2000 – São Paulo SP – Grupo Santa Helena, na Jo Slaviero Galeria de Arte 2000 – São Paulo SP – Os Anjos Estão de Volta, na Pinacoteca do Estado 2000 – Valência (Espanha) – De la Antropofagia a Brasilía: Brasil 1920-1950, no IVAM. Centre Julio Gonzáles 2001 – Nova York (Estados Unidos) – Brazil: body and soul, no Solomon R. Guggenheim Museum 2001 – Porto Alegre RS – Coleção Liba e Rubem Knijnik: arte brasileira contemporânea, no Margs 2001 – Rio de Janeiro RJ – Acervo da Arte Carioca, na Galeria de Arte Ipanema 2001 – São Paulo SP – 4 Décadas, na Nova André Galeria 2001 – São Paulo SP – A Cor na Arte Brasileira, no MAM/SP 2001 – São Paulo SP – Coleção Aldo Franco, na Pinacoteca do Estado 2001 – São Paulo SP – Museu de Arte Brasileira: 40 anos, no MAB/Faap 2001 – São Paulo SP – Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural 2001 – Uberlândia MG – Gravuras Brasileiras do Acervo do MUnA: anos 60, 70, e 80, no Museu Universitário de Arte 2002 – Brasília DF – JK – Uma Aventura Estética, no Conjunto Cultural da Caixa 2002 – Porto Alegre RS – Desenhos, Gravuras, Esculturas e Aquarelas, na Garagem de Arte 2002 – Rio de Janeiro RJ – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB 2002 – Rio de Janeiro RJ – Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial 2002 – Rio de Janeiro RJ – Paralelos: arte brasileira da segunda metade do século XX em contexto, Collección Cisneros, no MAM/RJ 2002 – São Paulo SP – 28 (+) Pintura, no Espaço Virgílio 2002 – São Paulo SP – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB 2002 – São Paulo SP – Arte e Política, no MAM/SP 2002 – São Paulo SP – Da Antropofagia a Brasília: Brasil 1920-1950, no MAB/Faap 2002 – São Paulo SP – Espelho Selvagem: arte moderna no Brasil da primeira metade do século XX, Coleção Nemirovsky, no MAM/SP 2002 – São Paulo SP – Geométricos e Cinéticos, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud 2002 – São Paulo SP – Modernismo: da Semana de 22 à seção de arte de Sérgio Milliet , no CCSP 2002 – São Paulo SP – Operários na Paulista: MAC-USP e os artistas artesãos, na Galeria de Arte do Sesi 2002 – São Paulo SP – Paralelos: arte brasileira da segunda metade do século XX em contexto, Colección Cisneros, no MAM/SP 2003 – Belém PA – 22º Salão Arte Pará, no Museu de Arte do Pará 2003 – Brasília DF – Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB 2003 – Buenos Aires (Argentina) – Geo-Metrias: abastracción geométrica latinoamericana en la Colección Cisneros, no Malba 2003 – Cidade do México (México) – Cuasi Corpus: arte concreto y neoconcreto de Brasil: una selección del acervo del Museo de Arte Moderna de São Paulo y la Colección Adolpho Leirner, no Museo Rufino Tamayo 2003 – Rio de Janeiro RJ – Ordem x Liberdade, no MAM/RJ 2003 – Rio de Janeiro RJ – Tesouros da Caixa: arte moderna brasileira no acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa 2003 – São Paulo SP – A Arte Atrás da Arte: onde ficam e como viajam as obras de arte, no MAM/SP 2003 – São Paulo SP – Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural 2003 – São Paulo SP – MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP 2003 – São Paulo SP – Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no Instituto Tomie Ohtake 2003 – São Paulo SP – Um Só Coração, no MAM/SP 2004 – Rio de Janeiro RJ – Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no MNBA 2004 – São Paulo SP – Gabinete de Papel, no CCSP 2004 – São Paulo SP – Mestres do Modernismo, na Estação Pinacoteca 2005 – Rio de Janeiro RJ – Soto: a construção da imaterialidade, no CCBB Fonte: Itaú Cultural